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Início/Funcionalidades/Acidente com material biológico (NR-32)

Segurança em ambientes de saúde • NR-32 • Protocolo ATMB

Gestão de acidentes com material biológico e controle de ARV

Controle clínico completo de exposições ocupacionais em hospitais e clínicas: do registro imediato do acidente pérfuro-cortante à investigação da fonte, adesão ao antirretroviral (PEP de 28 dias) e seguimento sorológico auditável perante a NR-32 e o eSocial.
  • Exame fonte e do colaborador no mesmo prontuário
  • Rastreamento de doses e adesão ao ARV (PEP)
  • Emissão de CAT e eSocial S-2210 integrado
Até 2h
Janela de ouro
Início preferencial da PEP
28 dias
Ciclo ARV
Controle contínuo de doses
4 tempos
Régua sorológica
0, 6 semanas, 3m e 6 meses
NR-32
Conformidade plena
Sem prontuário físico na CCIH
Risco Biológico Crítico • Protocolo de Urgência

Por que a gestão de acidentes biológicos exige rigor imediato?

Em hospitais, unidades de pronto atendimento, clínicas cirúrgicas e laboratórios de análises clínicas, acidentes com agulhas, bisturis e respingos em mucosas representam risco iminente de transmissão de patógenos veiculados pelo sangue, especialmente o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), o HBV (Vírus da Hepatite B) e o HCV (Vírus da Hepatite C).

A NR-32 estabelece que os estabelecimentos de saúde devem manter fluxo formal de atendimento aos trabalhadores acidentados, com avaliação clínica célere, garantia de imunização prévia, testagem laboratorial e acesso desimpedido a medicamentos de profilaxia. Falhas de registro ou atrasos na administração da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) resultam em sérios passivos trabalhistas, autuações da vigilância sanitária e, acima de tudo, risco à integridade do colaborador.

Portaria MTE NR-32
Protocolo Clínico PCDT/MS
LGPD & Sigilo Médico

Linha do Tempo do Atendimento de Urgência no AGRAT

1
Primeiras 2 horas: Acolhimento e Teste Rápido

Lançamento no sistema: tipo de agulha com ou sem dispositivo de segurança, lavagem imediata com água e sabão, teste rápido do paciente-fonte e do profissional exposto.

2
Até 72 horas: Início da PEP e Prescrição de ARV

Definição do esquema profilático com antirretrovirais (TDF + 3TC + DTG). Avaliação da imunidade contra Hepatite B (anti-HBs) e indicação de Imunoglobulina (IGHB) se indicado.

3
Dia 1 ao 28: Acompanhamento da Adesão Terapêutica

O AGRAT monitora a entrega dos frascos de medicamentos, alertas de queixas gastrointestinais e toxicidade hepática/renal, evitando abandono precoce do tratamento.

4
6 semanas a 6 meses: Conclusão e Alta Clínica

Realização das sorologias de controle de 6 semanas, 3 meses e 6 meses. Laudo pericial com parecer médico conclusivo de alta sem soroconversão.

Arquitetura do Módulo de Gestão Hospitalar

Do acidente ao encerramento médico, em um fluxo 100% digital

Desenvolvido para atender tanto hospitais com SESMT próprio e CCIH interna quanto consultorias de SST que gerenciam redes de clínicas credenciadas.

Registro imediato do acidente (ATMB)

Abertura do caso no exato momento da ocorrência: tipo de exposição (percutânea, mucosa ou pele não íntegra), material biológico envolvido, circunstância e dispositivo de segurança.

Investigação pareada: paciente-fonte e colaborador

Cruzamento do histórico sorológico do paciente-fonte (HIV, HBsAg, anti-HCV) com o status vacinal e sorologias basais do profissional exposto em prontuário unificado.

Monitoramento do ciclo de 28 dias de ARV (PEP)

Acompanhamento rigoroso das doses de antirretrovirais (Tenofovir, Lamivudina e Dolutegravir), controle de efeitos adversos e checagem de adesão terapêutica.

Régua de acompanhamento sorológico longitudinal

Alertas automáticos de convocação para exames de seguimento em 4 etapas padronizadas: Tempo Zero (basal), 6 semanas, 3 meses e 6 meses após o acidente.

Geração de CAT e evento S-2210 do eSocial

Integração direta com o módulo de acidentes para emissão da CAT e transmissão imediata do evento S-2210 ao eSocial no prazo legal de 1 dia útil.

Condutas clínicas e parecer médico auditável

Registro pericial de cada decisão tomada pelo médico do trabalho ou comitê de infecção (CCIH), com respaldo total perante fiscalizações do MTE e vigilância sanitária.

Comparativo de Eficiência Operacional

Processos em papel na CCIH vs. Módulo ATMB no AGRAT

Entenda como a digitalização elimina perdas de prazos sorológicos e protege a instituição contra passivos trabalhistas.

Critério OperacionalMódulo ATMB no AGRATFichas em Papel / Planilhas
Rastreabilidade da Fonte
Vínculo imediato com exames laboratoriais do paciente-fonte
Ficha arquivada na CCIH sem conexão com o prontuário do paciente
Alertas de Prazos Sorológicos
Convocação automática para coletas de 6 semanas, 3 e 6 meses
Depende de conferência manual de agendas e anotações
Comunicação eSocial S-2210
CAT gerada com 1 clique e transmitida no prazo legal de 1 dia útil
Redigitação manual da CAT no portal com frequente perda do prazo
Controle de Doses de ARV
Registro da dispensação e checagem de adesão ao ciclo de 28 dias
Nenhum controle sistemático sobre o abandono da medicação
Perguntas Frequentes

Dúvidas técnicas sobre acidentes biológicos e NR-32

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